quinta-feira, 29 de Outubro de 2009

Exposição Internacional de Fotografia na FNAC “Prevenção e Segurança Rodoviária”


Exposição Internacional de Fotografia na FNAC
“Prevenção e Segurança Rodoviária”


A Civilização Activa e a United Photo Press apresentam a Exposição Internacional de Fotografia “Prevenção e Segurança Rodoviária”, com o apoio do Governo Civil de Viseu, da Câmara Municipal de Nelas e da FNAC Viseu.

A exposição reúne a selecção de 30 trabalhos de fotógrafos da United Photo Press de todo o mundo e foi concebida especificamente no intuito de alertar para os problemas de Prevenção e Segurança.

As fotografias retratam a diversidade e as peculiaridades contrastantes de algumas cidades como S. Paulo, Maputo, Joanesburgo, Nova Yorque, Lisboa, Sidney, Luanda, Cidade do México, Santiago, Buenos Aires e outras.

Algumas fotos das personagens retratadas contextualizam e são susceptíveis de poder chocar o público, no sentido de sensibilizar para novas atitudes rodoviárias.
Para esta mostra, os fotógrafos da United Photo Press agiram como antropólogos visuais, insistindo no registo do momento, do facto e da paisagem observada.

A exposição, ainda que especificamente subordinada ao tema da Prevenção, revela singulares imagens da arte fotográfica.

O resultado é fruto de uma vivência, da alma e da razão, que, simultâneamente, transforma a realidade em denúncia e a imagem em signo, ícone e manifesto.

A exposição será inaugurada no dia 12 de Novembro, às 18 horas, e estará aberta ao público de 12 de Novembro a 5 de Dezembro de 2009, na FNAC, em Viseu (Centro Comercial Palácio do Gelo).

terça-feira, 13 de Outubro de 2009

Ranking Escolas Ensino Secundário 2009 SIC

A SIC noticiou hoje o Ranking das escolas do ensino secundário publicas e privadas de 2008/2009.

Mais um vez, as escolas privadas ocupam os primeiros lugares, "empurrando" o ensino publico para os lugares mais fundos na tabela...

Cada vez mais ter dinheiro significa maior facilidade de acesso à educação e às melhores notas...queres ter boas notas, pagas...

Já por outro lado os pobres ou menos afortunados têm de se contentar com menos condições para estudar, e logo vão ter mais dificuldades no acesso a cursos, por exemplo.

Afinal, o dinheiro não só ajuda na felicidade como a educação...

Já as escolas do concelho podem ser encontradas no lugar 134º  (Escola Básica e Secundária Engº Dionísio Augusto da Cunha) e no lugar 403º (Escola Secundária de Nelas), entre 504 escolas avaliadas.





segunda-feira, 12 de Outubro de 2009

Quem ficou a ganhar?

Se acompanharam as minhas palavras nos últimos anos (pelo menos desde 1996), devem ter concluído que não sou adepto de maiorias, muito menos da repetição de maiorias, a tal ponto de não ser bem acolhido pelo anterior presidente (neste caso duplamente anterior). Não é pelo partido A, B ou C ter tido maior percentagem de votos expressos que mudo de opinião, se bem que podem pensar que possa não tenha motivos para festejar pois ainda me está atravessado o boicote à nossa participação na Feira do Vinho deste ano. É verdade que foi um gesto nada amistoso por parte da autarquia, seja como for não é isso que está em causa. Aliás, não são as pessoas que estão em causa, pois na verdade não as conheço, apenas mantenho as minhas reservas quanto a maiorias e sua repetição. Do ponto de vista pessoal, parabéns para eles, conseguiram mais uma vitória.
Pergunto-me quem saiu vitorioso das eleições de ontem. Certamente os partidos da coligação e os seus membros. Como acho ser pouco questiono-me sobre se as populações saíram vencedoras. Não tenho resposta para esta questão, pois levanta muitas dúvidas, implicaria um estudo aprofundado sobre o eleitorado do concelho, a sua caracterização e motivações políticas. Fui-me dando conta ao longo dos últimos meses de algum descontentamento, que me parecia algo abrangente, contudo, seja qual for o motivo, acredito que legítimo, os dados são claros quanto aos vencedores. O que me preocupa realmente é a ausência da chamada massa crítica, assistindo-se à formação de dois grupos (pelo menos) com ideias idênticas mas caras diferentes. De um lado lamento que em 4 anos se tenha passado do sorriso a outras expressões que o eleitorado desconhece mas aprova. Do outro lado lamento que a febre por um lugar ao sol tenha deixado marcas profundas na oposição.
Seja em que contexto for acredito que só uma oposição forte é capaz de mobilizar os cidadãos, discutindo com eles propostas e, sobretudo, criando junto deles um desejo repetido de mobilização em prol de causas. As maiorias geram apatia e geram desconfiança. Por um lado, existindo estabilidade os cidadãos acham que já cumpriram o seu papel e agora cabe aos seus representantes eleitos fazerem tudo por eles, por vezes evidenciando um paternalismo atroz, com expressões do tipo: "eles é que sabem, eles é que têm os livros" ou "já paguei os meus impostos, não tenho nada a ver com isso, eles que façam". Por outro lado, essa estabilidade gera por vezes desconfiança, tantas vezes expressa com termos como "falta de transparência" e outros afins. Receio que a criação de dois blocos, à semelhança do país, no coloco perante divergências irresolúveis, gerando focos de antagonismo que pouco dignificam a nossa democracia.
Pelo contrário, a existência de minorias força ao diálogo, fomenta o interesse das pessoas pela actividade pública. Infelizmente tudo se resume a política partidária, chegando-se ao ridículo de ver organizações da sociedade civil de cariz não partidário a transformarem-se em partidos. Clientelismo a quanto obrigas!
Retomando a questão de quem vence as eleições. Sim foi a coligação. Talvez não tenha sido o povo, se se votar à letargia e ao mero acenar com a cabeça estaremos a recuar. Creio que cabe aos autarcas eleitos dar vida ao concelho, com iniciativas abrangentes, sem excluírem ninguém, fomento a diversidade e a discussão de ideias. Só assim se poderá afirmar que vencemos todos. Sei que as minhas palavras não são propriamente bem recebidas pela maioria vencedora, seja como for não deixo de dizer o que penso.

domingo, 11 de Outubro de 2009

Eleições Autárquicas 2009

A coligação PSD-CDS ganhou as eleições para a câmara de Nelas. Dra. Isaura será portanto reconduzida no cargo.

Resultados finais para a Câmara Municipal de Nelas




Cliquem aqui para ver todos os resultados das eleições autárquicas 2009. Vejam como ficou a votação na vossa freguesia por exemplo.

quinta-feira, 8 de Outubro de 2009

Estamos todos de luto

Apenas à noitinha fui informado do trágico acidente que vitimou a Sra. Vereadora Natália Coelho e a Sra. Clara Coelho Moreira, após despiste, seguido de colisão, da viatura em que seguiam na EN 231 entre Viseu e Nelas, em Oliveira de Barreiros. Não vou usar os habituais argumentos "Pois! Aquela estrada é assim...". É tarde para recuperar duas vidas que se perderam em instantes. Este é apenas o momento de dirigir palavras de conforto às famílias e permitir que cada um, de forma individual ou colectiva, suporte a dor do luto. Expresso às famílias o meu mais sentido voto de pesar.

terça-feira, 6 de Outubro de 2009

Salvem-nos deste pesadelo!

Embora não seja eleitor no concelho tenho feito um esforço para conhecer minimamente as propostas dos candidatos à futura liderança da autarquia. Parece-me tudo ainda muito vago, isto quando deveriam publicamente divulgados os respectivos programas eleitorais. Creio que a ideia da arruada, no nosso concelho e em muitos outros por vezes transformado em “carrada”, para não dizer num ruidoso vai e logo volta de carros que mais parecem alegóricos, retira conteúdo à campanha. Alguém sugeriu, e com razão, que o ideal seria juntar todos os candidatos no cine-teatro ou espaço similar, pois só no debate de ideias se perceberia o que realmente querem para o nosso concelho. Assim só ficamos a saber quem tem a t-shirt mais gira, quem oferece mais prendinhas ou quem tem dificuldades em se fazer ouvir, se a Dona Rosa, se a Dona Deolinda ou se a Dona Abstenção, isto para não extremar posições e acreditando que quem mais alto grita mais dificuldades tem em se fazer ouvir.
Andei meses a fio a tentar perceber, por um lado, que trazem de novo os velhos e os novos candidatos, a única conclusão a que chego é que trouxeram subitamente mais poeira (mesmo de chuva), mais alcatrão, mais ataques entre uns e outros e, porventura, mais afilhados, mais deserdados... Com tanto prurido a política transforma-se num arraial, mas sem populares, pois esses estão fartos de serem figurantes e nem o papel de mirones o satisfaz. Tal acontece em Nelas como em qualquer concelho do país, pois trocou-se a política de causas pela política de caras e é de caras ou descaradamente que nos vão catando os votos para assim de forma legítima assumirem mais um mandato. O mesmo é dizer que como eleitores somos cada mais “uns vendidos”. E ainda temos a lata de aceitar que votar se trata de um dever cívico. Infelizmente assistiu-se nas legislativas à transformação de movimentos cívicos em partidos políticos, não entendo o motivo, aliás creio que entendo, são liderados por pessoas com uma necessidade faminta de protagonismo. A minha esperança sempre esteve do lado da dita sociedade civil, mas vejo a sociedade civil apática, rendida e, como digo acima, vendida, aos caprichos da luta partidária. Se assim se mantiver este cenário não precisamos de novas pessoas na política, aliás quase nem precisamos de pessoas, pois novas ou velhas são incapazes de liquidar esta viciante engrenagem, ainda a melhoram no sentido de servir os seus interesses. Sem uma real vontade de mudar os destinos do país e do nosso concelho apenas se assistirá à gestão corrente, faltará uma visão estratégica capaz de nos colocar entre os melhores exemplos.

À lei da bala (...ou do porco no espeto)...e o terrorismo politico...

Vamos aqui por um pouco o dedo na ferida.

Absurdo e indigno de instituições democráticas. Algo vai mal no reino de Asnelas (e não só...).

Democracia - o pior sistema politico excepto todos os outros.

Tem sido um corrupio de porquinhos a dançar orgulhosamente no espeto, ao som do bater das bandeiras desfraldadas ao vento e do ressoar dos megafones estratégicamente colocados em veículos de quatros rodas...discriminação às de duas rodas...não se lembraram ainda...

Que cada partido faça as suas festas e comícios, comezanas e afins, reúna os seus filiados e apoiantes em convívio, eu até aceito. Agora usar dinheiro do erário publico é que não. Trata-se de roubar o povo entrando no bolso de todos nós.

Será que chegamos a um ponto tal, que será que é moralmente aceitável fazer inaugurações pré-eleitorais, desmesuradamente e despudoradamente de cariz partidário? Em que o único propósito é claramente eleitoral e de fazer campanha? Penso que seria de bom tom (até demonstraria algum sentido de responsabilidade democrática) separar as águas. Aos partidos o que é dos partidos, às instituições publicas o que é das instituições publicas...

Vamos alimentar o povo, que enquanto isso não podem falar? É pela boca que se conquistam votos hoje em dia? Pensava que era pelos projectos e ideias que os candidatos apresentam. Mas se querem alimentar o povo, façam-no com o vosso dinheiro, não usem o meu.

Mais ainda. Tudo isto acontece em catadupla enquanto se inauguram por vezes obras cujo propósito nem sequer pode ser realizado para já. Inaugura-se um quartel de bombeiros que nem sequer está devidamente terminado e em condições de funcionar optimamente? Só porque sim?
Põe-se uma sala bonita, fecha-se o resto. Tiram-se umas fotos XPTO e fica-se bem na moldura. Antes que alguém abra a boca para dizer seja lá o que for, enche-se-lhe a boca com uma bela febra do lombo, bem tostadinha acabadinha de assar...

E venha daí o terrorismo politico. Sim terrorismo.
Tortura constante. Seja onde for, é impossível não ser torturado por um qualquer megafone a debitar decibéis a alta velocidade. Aposto que passam do limite permitido...
Onde há povo, há barulho. Seja o trevo ou a deolinda, os vangelis ou qualquer outro som para chamar a atenção do povo, eis que este é massacrado violentamente. Trata-se de divulgação das ideias ou projectos para o concelho? Não! Votem aqui, votem ali, o que interessa e que votem em nós, isto porque nós até fazemos mais barulho que os adversários...merecemos por isso estar no poder...
A comunidade europeia quer monitorizar e limitar os decibéis dos ipods e walkmans, através da publicação de legislação. Aproveitam a embalagem e façam o mesmo às campanhas eleitorais...

A luta está intensa no nosso cantinho. Muitos candidatos para poucos lugares. Até sexta isto promete aquecer bem mais. A disputa está ao rubro, e não se olham a meios para dar nas vistas e conseguir mais aquele voto. Pena não ser pelas ideias...
Enquanto isso baixem lá o volume das colunas e não façam turnos das nove da manha até as 10 da noite...e como diz o outro "ainda dizem que o gasóleo está caro..."

Mas isso também pagamos nós, pois claro...


sexta-feira, 25 de Setembro de 2009

CIC - Circuito InterConcelhio de Carrinhos de Rolamentos - 5ª Rampa em Senhorim - Nelas (nocturna)

"No próximo Sábado dia 26 de Setembro realiza-se a 5ª Rampa do InterConcelhio em Senhorim no Concelho de Nelas.
(GPS 40°32'21.89"N 7°49'3.30"W – Senhorim – Nelas), na estrada que liga Nelas a Mangualde seguir na rotunda junto ao Estádio (tem placa).
A 5ª rampa do CIC, tem a coordenação da Associação Desportiva Radical de Tondela, a organização da Associação Desportiva Recreativa e Cultural Cimo do Povo de Nelas, conta ainda com os apoios do Município de Nelas e da Fundação INATEL – Agência de Viseu.

Sempre que se verifiquem novidades sobre a prova serão actualizadas no site http://carrinhosrolamentos.com.sapo.pt .”


Contactos:
Organização (966967149)
Coordenação (965788727)

segunda-feira, 14 de Setembro de 2009

Mas valerá a pena votar?

Sou do tempo em que as grandes ideologias dos tempos modernos foram passadas à prática e falharam. Ainda assim durante anos culpavam-se os comunistas, de cá e do outro bloco, de todos os males da terra ou do planeta. Quando em 1989 o Muro de Berlim foi derrubado muitos festejaram mas poucos ficaram convencidos da vitória da democracia sobre regimes opressores. Não faltam manobras imperialistas, nem exemplos de que vale tudo. Lá por fora e cá dentro não surpreende a ausência de proposta, nem cabeças perdidas, muito menos episódios de vil intimidação. A luta não é entre vermelhos e os pseudo-defensores da liberdade, sejam eles quem forem. Mantém-se a luta mesquinha entre grupos de interesse, mas agora as antigas famílias não defendem apenas a sua posição e os seus valores, elas próprias viram-se ultrapassadas por falsos burgueses, sem elmo e sem alma, mas rodeados de novos pajens alimentados por promessas e afirmações prometaicas. Entre bandeirinhas, mercados e arruadas agem como se fossem deuses e salvadores dos mais fracos. Falha-lhe a memória, pois da última vez que tudo se encenou apenas alguns se salvaram, foi e assim será.
Uns apresentam medidas com as quais pretendem enterrar todo o orçamento. Não preciso citar exemplos, mas basta pensar em determinadas propostas apresentadas como sendo a solução para determinado problema, sendo que não se dão ao trabalho de avaliar quais são de facto os problemas. Falta sentido estratégico ás candidaturas, falta aliás sentido de estado, basta pensar no quase certo tiro no pé se o TGV avançar por imposição externa ou apenas para se honrar os compromissos nacionais. Não quero com isto tomar partido por ninguém, pois não sou vermelho, nem rosa, nem laranja, nem azul, pior ainda, faço parte de um grupo de portugueses, ao que parece muito grande, desencantado com a política e com os políticos e que aguarda por um milagre para tomar uma decisão à possibilidade de votar num dos candidatos ou, pior ainda, acreditar que ainda vale a pena votar.
Se bem se lembram, se não lembram recordo, sempre defendi que a democracia não se esgota na ida à mesa de voto, esse gesto soa a fazer o jeito a alguém. A democracia é para mim uma prática quotidiana. Votarei em quem representar o que desejo para o país, mas exijo a responsabilização dos eleitos face aos eleitores. Obviamente não se trata de um mecanismo coercivo, refiro-me a uma prática quotidiana de cidadania activa que envolva os cidadãos e seja visto pelas instituições como um instrumento democrático perfeitamente normal e indispensável nos processos de tomada de decisão. Infelizmente não é essa a abertura das instituições, aliás, como sabem, estive recentemente envolvido num exemplo contrário ao ver a nossa autarquia a tomar uma decisão de boicote à nossa intervenção associativa recorrendo a argumentos objectivamente legítimos. Como digo de forma recorrente, ir tomar café no estabelecimento X ou no estabelecimento Y é uma decisão política. Sim, é uma decisão política. Não do foro político-partidário, mas uma decisão política, pois a minha decisão pode contribuir para que determinado número de pessoas passe a frequentar apenas um estabelecimento e assim o outro se veja obrigado a despedir funcionários ou mesmo a fechar portas. E não adianta argumentar que num se fuma e no outro não, ou que tem dado provas da sua qualidade e o outro não. Ir a votos não é muito diferente, pois estamos fartos de ver cartazes, de ver a caravana passar e de tanta concentração de interessados em convencer-nos seja do que for. Mas nós só queremos saber o que pretendem, o que defendem e que argumentos usam. Será pedir muito? Enquanto eleitores apenas pedi-mos honestidade e integridade, de promessas e artes de bem viver estamos fartos.

domingo, 6 de Setembro de 2009

Lamentável

XVIII Feira do Vinho, Nelas 4 a 6 de Setembro de 2009























Imagens da partida para a II Maratona BTT "Nelas Coração do Dão" - 6 de Setembro de 2009